segunda-feira, 27 de abril de 2009
A Nova Música Católica
É com muita alegria que recebi o convite de escrever para vocês sobre a nova música católica, que o grande público desconhece, mas que cresce e se profissionaliza a cada dia em todo o mundo, não deixando nada a dever para as músicas seculares que ouvimos em nossas rádios, e por muitas vezes com muito mais qualidade, além de trazerem a mensagem da salvação e da vida que vivemos em Jesus, que traz a verdadeira paz!
No mundo existem muitos ótimos trabalhos. Nos Estados Unidos, o pop rock de Bem Walter, Backyard Galaxy, Bob Rice, Sara Bauer, Tony Melendez, Cheer up Charlie, Donna Lee, o Rap de Frei Stan Fortuna, entre outros; no Canadá o Critical Mass; na Espanha, Padre Jony; na Polônia, o Reggae do Good Religion...
No Brasil, estamos crescendo, quando Padre Fábio de Melo, Adriana e Rosa de Saron são distribuídos pela SomLivre, da Globo. Para se ter uma idéia o site Kboing, onde se vende mp3, a música mais pedida é Sem Você do Rosa de Saron, na frente de Claudia Leite, Rhianna, NXZero, e ocupando também a 6ª, 10ª e 23ª posições. O Mundo está se abrindo a mensagem de Jesus, e fazemos parte dessa historia.
Em nossa paróquia, nós temos o trabalho da Banda Kerigmania, que desde 2003 está presente na comunidade, e no não passado lançou seu primeiro cd autoral, e já está em estúdio gravando novas músicas que estarão disponíveis no www.myspace.com/kerigmania. Mas muitos outros guerreiros de Deus tem batalhado pela música católica em nossa arquidiocese e Estado, e nos próximos meses estaremos conhecendo.
Alexandre Marques
Ministro de Música, Cantor e Compositor
alexandremarques@telesmarques.com.br
Escuto músicas que blasfemam contra o meu Deus e a minha fé?
24-Abr-2009
E administro bem isso por que é cult fazer esta separação.
Sou católico mais tenho maturidade para críticas… E para sem-vergonhice eu também tenho? Qual foi a última vez que você ficou ouvindo uma música que falasse mal de sua mãe ou de seus filhos? Ou você é louco ao ponto de ficar desfrutando de uma música que passa uma imagem completamente contrária ao que pensa Cristo a cerca do homem e do amor?
Uma arte que atenta a sua dignidade de filho de Deus e muitas vezes ao seu ser pessoa, a sua identidade… e você julga ter maturidade pra saber separar as coisas… e dá pra separar? Posso apreciar uma obra que é contrária a verdade? Como? E o que eu posso então? O que é mais importante? Qual é pra mim o maior valor? O que eu aprecio?
Outro dia ouvi um musico cristão dizer: A obra da artista ”y” é maravilhosa! Tudo bem que ela propaga valores anti evangélicos e imorais, mas o trabalho dela é sensacional! Muito bom mesmo! E ele continuou tecendo sua lista de pontos positivos de afinação, composição, interpretação… Mas, o que eram estes pontos positivos diante do pequeno fato de ter valores contrários a cristo… afinal… Prosseguia a pessoa: - Não sou criança e tenho maturidade para saber dividir as coisas. Este comentário me inquietou muito, Será que realmente é assim?
Qual foi a última vez que você saiu com uma serpente embaixo do braço simplesmente pelo fato do seu design ser belo? Você consegue ver pelo menos a beleza de uma serpente ou o seu senso de ameaça lhe faz logo sentir nojo, pavor? A mesma coisa com uma tarântula ou um escorpião… Mas por quê? Porque nestes animais o perigo é claro… mas quando o perigo vem mascarado de beleza não!
E assim agimos não como homens, racionais… mas como macacos em um circo imenso encantados por uma banana, que contém em si um grande veneno, e em alguns casos até sabemos, mas somos incapazes de desviar o olhar do fascínio que a beleza nos causa e assim caímos no anzol.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Entrevista para o Portal cantai.net
![]() | Nome: Alexandre Lessa Marques Nome artístico: Alê Marques Natural de? São Paulo - SP Onde reside? Florianópolis -SC Um hobby: Ir à praia com a família, esposa e filhos. Uma música: A Fonte (Diác. Nelsinho Correia) Uma Personalidade: Jesus Um livro: A Bíblia |
Um filme: Desafiando Gigantes
Uma frase: “Quem canta ora duas vezes” Santo Agostinho
Cantai: Cite alguns nomes que contribuíram com sua musicalidade, sua poesia e sua formação humana dentro do cenário nacional: (lembrando que vale o cenário secular)
Alê Marques: Cristoatividade, Grupo Mensagem 2000, Oficina G3, Rosa de Saron, Legião Urbana, Ira, Jota Quest, Golpe de Estado, Dunga, Mons. Jonas Abib, e muitos outros servos de Deus...
Cantai: Como você enxerga a transição do papado e a via na qual o Espírito Santo vem direcionando a Santa Igreja por intermédio de Bento XVI?
Alê Marques: Bento XVI já fazia parte do trabalho de João Paulo II, e vem continuando seu trabalho maravilhoso, buscando a proximidade com todos os cristãos e mesmo judeus e muçulmanos. Trazendo a juventude para a Igreja e zelando pelos preceitos de Deus, se posicionando contra temas polêmicos como aborto, homossexualismo, entre outros.
Cantai: Como você entende o andamento da música católica?
Alê Marques: A música católica vem ganhando muito lugar no mundo secular, com Padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo, Adriana, Rosa de Saron, isto é só o começo, o Brasil está descobrindo a riqueza da música católica, espero que toda música católica de qualidade consiga essa abertura no mundo secular, tão infestado de músicas com mensagens terríveis que menosprezam a pessoa humana.
Cantai: O que aconteceu com as multidões de fiéis que freqüentavam nossos eventos há alguns anos?
Alê Marques: Creio que estão em fase de deserto espiritual, muitos não agüentaram as dificuldades da caminhada e se afastaram, mas tenho plena convicção que estão pra retornar e com muitos mais irmãos, pois o Senhor Jesus já os convocou para seu exército, e na hora certa se levantarão pra estar em ordem de batalha. Precisamos continuar orando para isso, e trabalhando para trazer mais almas pra Jesus enquanto isso.
Cantai: Qual o grande desafio de ser músico, poeta, compositor e formador de opinião diante de uma sociedade cada vez mais distante da Santa Igreja?
Alê Marques: Graças a Deus estamos tendo uma aceitação ótima de nosso trabalho, mesmo no meio secular, creio que nosso grande desafio é fazer arte católica com a mesma qualidade encontrada no meio secular, levar mensagens cristãs com qualidade técnica e muito importante; Pois no mundo o que vemos é muita gente usando da tecnologia só pra falar besteira. Temos que mudar isso, e fazer música pensando nas rádios seculares, que são muito mais exigentes que nossas rádios católicas. Fazer música católica, arte católica para o mundo e não só pra Igreja. Temos que nos unir e formar um grande exército que invada todos os meios de comunicação TV, Rádio, Internet. Está em nossas mãos, ter coragem de dar a cara à tapa, e levar o evangelho de Jesus para todo o mundo.
Cantai: O que você aconselha para os músicos que estão chegando hoje e sonham com seu próprio espaço em meio a tantos artistas já renomados no cenário católico?
Alê Marques: Perseverança, se dedicar à Igreja, nas pastorais e na liturgia, investir nos equipamentos, instrumentos e arranjos das músicas, produção dos discos e artes dos mesmos. Mas antes das gravações, se colocarem na missão nas paróquias, nos movimentos, enfim, ser antes de músico um servo de Deus na Igreja, respeitar a hierarquia da igreja, estar em comunhão com o seu pároco, enfim, de ótimos músicos o mundo está cheio, o mundo precisa de músicos cheios do Espírito Santo.
Cantai: Segundo o Papa João Paulo II “as novas comunidades são a primavera da Igreja”. Qual a função dessas comunidades na missão da música católica hoje?
Alê Marques: A missão é ser sal nesse mundo, viver como os primeiros cristãos, ser reconhecidos não pelo que são, mas pelo amor que os une, “olhem como eles se amam!”, faço parte de uma nova comunidade, a Comunidade Católica Shekinah, o que nos une ainda mais aos irmãos e nos dá forças pra sair em missão!
fonte cantai.net


